Um blog de atualidade falando sobre todas as áreas necessárias na vida Humana (amor, educação, lazer, sexo, vida interna) traduzindo tem de tudo um pouco venha se distrair um puco e ser feliz.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Motivo
Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.
Um beijo
Foste o beijo melhor da minha vida,
ou talvez o pior...Glória e tormento,
contigo à luz subi do firmamento,
contigo fui pela infernal descida!
Morreste, e o meu desejo não te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.
Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
batismo e extrema-unção, naquele instante
por que, feliz, eu não morri contigo?
Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto,
beijo divino! e anseio delirante,
na perpétua saudade de um minuto..
Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.
Um beijo
Foste o beijo melhor da minha vida,
ou talvez o pior...Glória e tormento,
contigo à luz subi do firmamento,
contigo fui pela infernal descida!
Morreste, e o meu desejo não te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.
Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
batismo e extrema-unção, naquele instante
por que, feliz, eu não morri contigo?
Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto,
beijo divino! e anseio delirante,
na perpétua saudade de um minuto..
Saudades
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!
Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,
Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...
Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.
Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.
Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.
E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.
Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...
Clarice LispectorSinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!
Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,
Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...
Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.
Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.
Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.
E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.
Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...
'Minha vida não foi um romance...
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amar, não digas, que morro
De surpresa... de encanto... de medo...
Minha vida não foi um romance
Minha vida passou por passar
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.
Minha vida não foi um romance...
Pobre vida... passou sem enredo...
Glória a ti que me enches de vida
De surpresa, de encanto, de medo!
Minha vida não foi um romance...
Ai de mim... Já se ia acabar!
Pobre vida que toda depende
De um sorriso.. de um gesto.. um olhar...
Mario Quintana
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amar, não digas, que morro
De surpresa... de encanto... de medo...
Minha vida não foi um romance
Minha vida passou por passar
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.
Minha vida não foi um romance...
Pobre vida... passou sem enredo...
Glória a ti que me enches de vida
De surpresa, de encanto, de medo!
Minha vida não foi um romance...
Ai de mim... Já se ia acabar!
Pobre vida que toda depende
De um sorriso.. de um gesto.. um olhar...
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
A árvore dos meus amigos
Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passar, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigo. Há muitos tipos de amigos.
Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles.
O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e o amigo mãe. Mostram o que é ter vida.
Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. Muitos desses denominados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz…
Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então e chamado de amigo namorado. Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés.
Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos por perto.
Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes. Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria. Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam com o nosso caminho.
Desejo a você, folha da minha árvore, Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade…
Hoje e Sempre… simplesmente porque:
“Cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso”.
Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles.
O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e o amigo mãe. Mostram o que é ter vida.
Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. Muitos desses denominados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz…
Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então e chamado de amigo namorado. Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés.
Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos por perto.
Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes. Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria. Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam com o nosso caminho.
Desejo a você, folha da minha árvore, Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade…
Hoje e Sempre… simplesmente porque:
“Cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso”.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Tipos de Cueca: Conheça os Principais Formatos
As cuecas podem ter vários formatos e serem confeccionadas com "n" tipos de materiais, por isso aqui vão algumas dicas para lhe ajudar na hora de comprar as suas!
O tecido em destaque atualmente é o modal, fibra que é extraída da madeira, muito leve e confortável para usar no dia-a-dia. Outra sugestão interessante é a microfibra porque permite a transpiração semelhante ao material das camisetas com tecnologia Dry-fit.
Essas peças podem ter vários cortes diferentes como o clássico slip:
Esse é um dos formatos mais convencionais. Tem um corte mais cavado em relação aos demais.
"Sunga":
Tem um tamanho intermediário entre a Slip e Boxer, semelhante a uma sunga mesmo.
Boxer:
Possui um comprimento maior estendendo até as coxas, mas são justas. Um dos tipos preferidos pelos homens!
Samba-canção:
Imita um short mais curto e folgado, por isso não oferece um bom suporte e não é uma boa opção para uso social. Ainda existem as ceroulas que se parecem com calças ajustadas como se fosse segunda pele, muito comum para quem mora em lugares com o Inverno rigoroso.
Confira alguns modelos!
Qual tipo de cueca você prefere?
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
As sagas de Harry Potter + Novidades!!!
Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001)
Harry Potter é um rapaz aparentemente normal que mora com seus terríveis tios Trouxas (pessoas não-mágicas), os Dursley, em Surrey, um subúrbio localizado em Londres. No seu 11º aniversário descobre, através de um misterioso homem chamado Rubeus Hagrid, que ele é, na verdade, um bruxo. Ele também acaba por descobrir que é muito famoso no mundo mágico por ser aquele a quem todos chamam de "O menino que sobreviveu", já que ele foi a única pessoa no mundo que sobreviveu ao ataque do terrível bruxo Voldemort, e isso quando ele era apenas um bebê. Hagrid conta a Harry que ele foi aceito na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, e que deve escolher se quer ficar com os Dursley ou ir para a escola. Já no Expresso de Hogwarts, Harry conhece Ron Weasley e Hermione Granger, e juntos descobrem sobre a Pedra Filosofal, que produz o Elixir da Vida.
Harry Potter e a Câmara Secreta (2002)
Depois de férias aborrecidas na casa dos tios trouxas, está na hora de Harry Potter voltar a estudar. Um elfo doméstico, Dobby, chega a seu encontro para alertá-lo a não voltar, pois correrá grandes perigos se voltar para Hogwarts. Coisas estranhas acontecem, no entanto, para dificultar o regresso de Harry. Persistente e astuto, nosso herói não se deixa intimidar pelos obstáculos e, com a ajuda de seus fiéis amigos, começa o ano letivo na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. As novidades não são poucas, e Harry descobre mais sobre seu misterioso passado e sobre o passado de seu grande inimigo Lord Voldemort.
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004)
O terceiro ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts se aproxima. Porém, o assassino Sirius Black (Gary Oldman) fugiu da prisão de Azkaban e tudo indica que ele está atrás de Harry. Para proteger Hogwarts são enviados Dementadores, estranhos seres que sugam a energia vital de quem se aproxima deles. Enquanto ocorrem acontecimentos estranhos, Harry vai descobrindo um pouco mais de sua vida.
Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005)
Durante o quarto ano de Harry, a Marca Negra aparece no céu após um ataque dos Comensais da Morte na Copa Mundial de Quadribol, e Hogwarts é anfitriã de um evento lendário: o Torneio Tribruxo. Três escolas europeias participam do torneio, com três "campeões" representantes de cada escola nas tarefas mortais. O Cálice de Fogo escolhe Fleur Delacour, Vítor Krum e Cedrico Diggory para competir uns contra os outros. No entanto, curiosamente, o nome de Harry também é produzido a partir do Cálice e faz dele um quarto campeão, resultando em um encontro e renascimento de Lord Voldemort.
Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007)
O quinto ano de Harry começa com um ataque de dementadores em Little Whinging. Mais tarde, ele descobre que o Ministério da Magia negra o retorno de Lord Voldemort, além de ser atormentado por pesadelos perturbadores e realistas, enquanto a Professora Umbridge, uma representante do Ministro da Magia, Cornélio Fudge, toma o cargo de Defesa Contra as Artes das Trevas. Harry se torna consciente de que Voldemort está atrás de uma profecia que revela: "nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver". Portanto, começa a rebelião envolvendo os alunos de Hogwarts, a organização secreta Ordem da Fênix, o Ministério da Magia, e os Comensais da Morte.
Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009)
No sexto ano de Harry em Hogwarts, Lord Voldemort e seus Comensais da Morte estão aumentando seu terror nos mundos bruxo e trouxa. O diretor Alvo Dumbledore convence seu velho amigo Horácio Slughorn para retornar a Hogwarts como professor de poções. Há uma razão mais importante, no entanto, para a volta de Slughorn. Harry encontra um livro escolar estranhamente anotado, inscrito "Propriedade do Príncipe Mestiço". Draco Malfoy se esforça para realizar uma ação destinada por Voldemort, enquanto Dumbledore e Harry secretamente trabalham juntos a fim de descobrir o método para destruir o Lord das Trevas uma vez por todas.
Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 (2010)
Depois de eventos inesperados no final do ano anterior, Harry, Rony e Hermione são confiados a uma missão para encontrar e destruir as Horcruxes de Voldemort. Deveria ser o último ano em Hogwarts, mas o colapso do Ministério da Magia e ascensão de Voldemort ao poder os impede de participar. Eles descobrem o real significado das Relíquias da Morte, que são, a Capa da Invisibilidade, a Pedra da Ressurreição e a Varinha das Varinhas. O trio passa por uma longa aventura, com muitos obstáculos em seu caminho, incluindo os Comensais da Morte, os Caçadores, as misteriosas Relíquias da Morte e a conexão de Harry com a mente do Lorde das Trevas se tornando cada vez mais forte.
Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 (2011)
Depois de destruir mais uma das Horcruxes (o Medalhão de Sonserina) e descobrir o significado das três Relíquias da Morte, Harry, Rony e Hermione continuam a procurar as outras Horcruxes em uma tentativa de liquidar Voldemort, que já obteve a Varinha das Varinhas. O Lorde das Trevas descobre a caça de Harry e lança um ataque contra a escola de Hogwarts, onde começa uma batalha contra as forças das trevas que ameaçam livrar o Mundo Mágico para alcançar o domínio dos puro-sangue.
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